Se você sempre sonhou em ter um pedaço do britpop na sala, chegou a hora de abrir a carteira — e talvez vender um rim. Um violão Epiphone EJ-200 que pertenceu a Noel Gallagher e foi usado nas gravações do icônico álbum “(What’s the Story) Morning Glory?” está prestes a ir a leilão.
A peça entra na tradicional venda de itens de rock e pop da Sotheby’s, reunindo fãs, colecionadores e aquele pessoal que leva “fanatismo” a outro nível.

Imagem (ILUSTRATIVA): Reprodução
Pacote Oasis: letra à mão e guitarra lendária
Segundo informações do EuroNews, o leilão não vem sozinho. O combo inclui:
- Letra manuscrita de “Don’t Look Back in Anger”
- Guitarra Rickenbacker de 12 cordas que também pertenceu a Gallagher
Ou seja, é praticamente um kit sobrevivência para fãs raiz do Oasis.
O violão que viu a história acontecer
O Epiphone EJ-200 não é só bonito — ele participou diretamente de um dos momentos mais insanos da música nos anos 90.
Foi com ele que Noel Gallagher ajudou a construir o álbum lançado em 1995, que se tornaria o mais vendido da década no Reino Unido, com clássicos como “Wonderwall” e “Champagne Supernova”.
Detalhe: tudo isso nasceu em apenas 15 dias de gravação, um ritmo quase punk de produtividade que até hoje impressiona especialistas da própria Sotheby’s.
De roadie a item milionário
A trajetória do violão também tem cara de história de bastidor:
Depois das gravações, Noel simplesmente passou o instrumento para um roadie. Com o tempo, ele mudou de mãos até chegar ao atual dono — que agora resolveu transformar a relíquia em dinheiro.
A expectativa? Algo em torno de US$ 80 mil (cerca de R$ 412 mil).
Memorabilia em alta: rock virou investimento
O mercado de itens históricos da música segue aquecido, e peças com pedigree como essa viram verdadeiros tesouros do rock.
No fim das contas, não é só um violão. É um pedaço de uma era em que o Oasis dominava rádios, estádios e corações — tudo no volume máximo.
E agora, quem pagar mais leva pra casa um instrumento que já fez história antes mesmo de virar item de colecionador.




