Pode preparar o grito: Twisted Sister está de volta aos palcos e com mudança de peso na linha de frente. A banda confirmou suas primeiras datas na América do Norte com Sebastian Bach assumindo os vocais no lugar de Dee Snider.
E já deixou claro: não é substituição qualquer — é missão de respeito.

Imagem: Reprodução
Nada de conflito: carreira solo segue firme
Pra quem ficou na dúvida, o próprio Sebastian Bach tratou de tranquilizar geral: os novos shows com o Twisted Sister não vão bater de frente com sua carreira solo.
Ou seja, o cara vai segurar dois palcos ao mesmo tempo — sem perder o fôlego.
A troca aconteceu porque Dee Snider decidiu se afastar dos shows por conta de problemas sérios nos joelhos, incluindo artrite e desgaste avançado.
“Sou fã nível hard”
Bach não escondeu o entusiasmo. Em entrevista à rádio WRIF, ele praticamente vestiu a camisa de fã:
Disse que ama a fase inicial da banda, especialmente o álbum “Under The Blade”, e relembrou quando o grupo era pura energia crua — quase um híbrido de punk rock com thrash metal nos tempos de clubes.
Tradução: ele não só vai cantar — ele vive esse som.
Ligação emocionante e bênção oficial
Antes de assumir o posto, Sebastian Bach fez questão de ligar para Dee Snider. E não foi papo rápido: foram 45 minutos de conversa, com direito a emoção dos dois lados.
Segundo Bach, Snider abriu o jogo sobre os problemas físicos:
- Artrite avançada
- Joelhos comprometidos
- Recomendação médica pra evitar impacto
No fim, veio o sinal verde:
“Você tem minha bênção total”, teria dito Snider.
E tem mais: existe a possibilidade de Dee aparecer em alguns shows como convidado especial. Imagina o coro.
Nova formação, mesma pancada
A nova fase do Twisted Sister chega com time reforçado:
- Sebastian Bach – vocais
- Jay Jay French – guitarra
- Eddie Ojeda – guitarra
- Russell Pzütto – baixo (no lugar de Mark Mendoza)
- Joey Cassata – bateria (substituindo Joe Franco)
A ideia é simples: manter o peso e a atitude que transformaram a banda em lenda.
Clássicos no setlist e responsabilidade gigante
Bach agora encara o desafio de dar voz a hinos como “I Wanna Rock” e “We’re Not Gonna Take It” — músicas que não permitem erro.
Mas se depender da empolgação dele, o recado já foi dado: vai ser alto, intenso e sem freio.
Resumo no volume máximo
Mudou o vocal, mas não mudou a essência. O Twisted Sister segue pronto pra fazer barulho — e com Sebastian Bach no comando, a promessa é de shows que misturam nostalgia, respeito e muita energia.
Porque no metal, aposentadoria às vezes é só uma pausa… o retorno sempre vem com mais peso.




