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Roger Waters reacende treta, cutuca Ozzy e dispara contra Sharon Osbourne

A novela do rock ganhou mais um capítulo barulhento. Roger Waters voltou a deixar claro que não curte Ozzy Osbourne — e, de quebra, disse que não dá a mínima para o Black Sabbath. Em entrevista ao The Independent Ink, o músico afirmou que Ozzy “apareceu na TV falando bobagens” e foi ainda mais direto ao falar da banda: “não me importo nem um pouco”.

IBAGEM ROGER WATERS 1

Imagem: Reprodução

Resposta veio pesada — e familiar

Quem não engoliu nada disso foi Jack Osbourne, filho de Ozzy, que respondeu sem filtro às declarações do ex-Pink Floyd:

“Ei, Roger Waters, vá se f****. Que patético e fora da realidade você se tornou. A única forma de chamar atenção hoje parece ser vomitando besteiras na imprensa.”

Clima ameno? Nem um pouco.

Sharon Osbourne entra no palco e sobe o volume

A situação escalou quando Sharon Osbourne resolveu comentar o caso. Em entrevista, ela não economizou nas palavras e fez um ataque frontal a Waters:

“Ele não é especial. Provavelmente um dos indivíduos mais torcidos e doentes que já conheci. Não tem carisma, parece Frankenstein. É doente da cabeça, irrelevante hoje em dia, entediante e patético. Sem presença de palco. Invejoso. Uma semente ruim irrelevante.”

Sim, foi nesse tom.

Waters volta à cena e ironiza Ozzy

Dias depois, Roger Waters retornou ao mesmo programa para falar novamente sobre o assunto. Ele confirmou que fez as declarações e ainda ironizou o vocalista do Black Sabbath:

“Esses comentários surgiram no meio de uma longa entrevista. Eu preciso gostar de todas as bandas de rock do mundo? Ou de pessoas que arrancam cabeças de morcegos com os dentes?”

Pedido de desculpas? Quase isso…

O apresentador Piers Morgan questionou se Waters não pensava em se desculpar. A resposta veio torta e atravessada. Ele disse que até poderia pedir desculpas — mas logo mirou novamente em Sharon Osbourne:

“Claro que sim. Não que eu tenha qualquer simpatia por Sharon Osbourne. Ela é uma sionista fanática. Ela me acusou de todo tipo de coisa por fazer parte do lobby israelense e tentar me silenciar.”

Tentativa de contextualizar — com novas farpas

Waters ainda tentou explicar seus comentários iniciais, mas sem recuar de verdade:

“Fui honesto ao dizer que não gostava do Black Sabbath. Ouvi algumas músicas depois e são perfeitamente aceitáveis. O problema era a histeria. Não gosto de gente que arranca a cabeça de morcegos com os dentes. Acho repugnante.”

Ele ainda colocou em dúvida o famoso episódio envolvendo Ozzy, mesmo com o caso já eternizado na história do rock.

Arrependimento? Nem pensar

Questionado se se arrependia de tudo o que disse, Waters fechou a entrevista mantendo sua postura:

“Não me arrependo de nada na vida, exceto por não ter sido mais bem-sucedido em fazer as pessoas entenderem que, como raça humana, precisamos reconhecer e garantir direitos humanos iguais para todos.”

No fim das contas, a treta segue viva, barulhenta e cheia de distorção — exatamente do jeito que o rock n’ roll gosta.