Se você imaginava que um Walkman servia para colocar uma fita cassete, apertar o play e rebobinar com uma caneta quando a fita embolasse, a Sony tem uma atualização para você: o novo aparelho da marca custa quase R$ 30 mil e não toca fitas!
Batizado de NW-WM1ZM3, o modelo mais caro da nova linha foi anunciado por US$ 5.899, valor equivalente a aproximadamente R$ 29,6 mil em conversão direta. O dispositivo foi desenvolvido para audiófilos — aquela turma que leva a qualidade do som tão a sério que até o silêncio precisa estar impecável.

Imagem: Divulgação
Cobre quase puro e banho de ouro: o Walkman virou artigo de luxo
O principal diferencial do aparelho está na construção. O corpo é feito de cobre com 99,99% de pureza e recebe banho de ouro. Segundo a proposta da Sony, essa estrutura ajuda a reduzir interferências elétricas e contribui para uma reprodução sonora mais refinada.
A ideia é entregar áudio digital de alta resolução para quem procura uma experiência de escuta sofisticada. O aparelho também conta com recursos modernos, como tela sensível ao toque e conectividade sem fio.
Ou seja: nada de procurar o lado A da fita, virar para o lado B ou dar aquela soprada milagrosa no equipamento. Aqui, a tecnologia é digital — e o investimento parece coisa de colecionador com conta bancária de astro do rock.
Sony tem outros dois modelos — e eles também não são baratos
A nova linha inclui outras duas opções, com preços menores, mas ainda bem distantes daquele Walkman que cabia no bolso e tocava fitas cassete.
- NW-WM1AM3: anunciado por US$ 2.999,99, cerca de R$ 15 mil.
- NW-ZX900: anunciado por US$ 1.899,99, aproximadamente R$ 9,5 mil.
Assim como o modelo mais caro, os dois aparelhos são voltados à reprodução de áudio digital de alta resolução e trazem tecnologias para priorizar a fidelidade sonora.
Os valores em reais são conversões aproximadas dos preços em dólares informados na divulgação, sem considerar possíveis impostos, taxas ou custos adicionais no Brasil.
De 1979 até hoje: o Walkman mudou de fase
Lançado originalmente em 1979, o Walkman revolucionou a maneira de ouvir música fora de casa. Com as fitas cassete, o equipamento ajudou a popularizar a ideia de levar suas músicas favoritas para qualquer lugar, muito antes de os smartphones transformarem o bolso em uma biblioteca musical.
Quase cinco décadas depois, a Sony mantém vivo o nome que marcou gerações, mas com uma proposta bem diferente da original. Em vez de carregar fitas e rebobinar a música na caneta, o usuário agora pode levar arquivos digitais de alta qualidade — desde que esteja disposto a investir uma pequena fortuna.
No fim das contas, o novo Walkman é um aparelho para quem quer som de alto nível e não se importa em pagar caro por isso. Para quem só quer ouvir rock no caminho para o trabalho, talvez o velho tocador de fita continue sendo uma opção bem mais amiga do bolso.




