O Foo Fighters ganhou uma homenagem que parece saída diretamente de um crossover entre rock n’ roll e universo Marvel.
Antes do show marcado para 14 de novembro no Marvel Stadium, em Melbourne, a banda recebeu um mural gigantesco inspirado em Guardians of the Galaxy.
E sinceramente? Parece exatamente o tipo de coisa que Dave Grohl provavelmente aprovaria com um sorriso e um amplificador no máximo.

Imagem: Reprodução
Foo Fighters vira equipe intergaláctica em arte gigante
Segundo o site TheMusicNetwork.Com, a obra foi criada pelo artista australiano Wayne Nichols e mostra os integrantes do Foo Fighters em uma verdadeira batalha espacial ao lado dos Guardiões da Galáxia.
O mural possui cerca de quatro metros de altura e transforma a banda praticamente em super-heróis cósmicos do rock.
Porque aparentemente em 2026 o rock clássico não morre — ele apenas ganha armadura espacial e entra no multiverso.
Taylor Hawkins e Michael Gudinski também foram homenageados
Além da estética explosiva inspirada na Marvel, a arte também presta homenagem ao saudoso Taylor Hawkins.
O baterista, falecido em 2022, aparece como uma das figuras centrais do mural, reforçando o peso emocional dessa nova fase da banda.
O trabalho ainda homenageia Michael Gudinski, nome histórico da indústria musical australiana e figura extremamente importante para grandes turnês internacionais no país.
Marvel Stadium virou templo geek do rock
A revelação oficial do mural acontece nesta quinta-feira (28), durante a partida entre Hawthorn e St Kilda pela liga australiana de futebol no próprio Marvel Stadium.
E o Foo Fighters não foi o único artista a ganhar homenagem visual no local. Ed Sheeran também recebeu uma arte exclusiva no estádio.
Basicamente: o local virou uma mistura de arena esportiva, convenção nerd e festival de rock.
Nova fase do Foo Fighters mistura luto, recomeço e muito volume
A atual turnê promove o álbum Your Favorite Toy, apontado como um novo capítulo na trajetória da banda após os anos difíceis marcados pela perda de Taylor Hawkins.
Segundo o material de divulgação, o disco representa uma história de superação e reconstrução emocional — só que com guitarras altas o suficiente para estremecer prédios inteiros.
E pelo visto, o Foo Fighters decidiu atravessar essa nova fase exatamente como sempre fez: transformando dor em música gigante, energia absurda e shows capazes de parecer batalha final de filme da Marvel.



