Enquanto muitos fãs ainda estão mergulhados nas atmosferas densas de “Songs Of A Lost World”, o The Cure já está vários passos à frente. Segundo Robert Smith, a banda não apenas concluiu um novo álbum, como também tem outro projeto praticamente finalizado e um terceiro trabalho tomando forma nos bastidores.
Em entrevista à BBC 6 Music, o vocalista revelou que o grupo entrou em um período criativo tão intenso que acabou produzindo material suficiente para três discos completos.

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Próximo álbum já está na fila da gravadora
De acordo com Smith, o segundo álbum dessa nova fase já está finalizado e pronto para seguir para a Universal Music.
A notícia pegou muitos fãs de surpresa, especialmente porque o lançamento de “Songs Of A Lost World”, em 2024, marcou o aguardado retorno da banda aos estúdios após um longo intervalo sem discos inéditos.
Agora, ao que tudo indica, o The Cure pretende compensar o tempo perdido com uma verdadeira enxurrada de novidades.
Prepare o coração: vem aí um Cure ainda mais sombrio
Se alguém acreditava que “Songs Of A Lost World” representava o limite da melancolia da banda, Robert Smith tratou de aumentar a expectativa.
Segundo o músico, o próximo álbum seguirá conectado ao trabalho anterior, mas mergulhará ainda mais fundo em temas obscuros e reflexivos.
A proposta é expandir o universo construído no disco de 2024, apresentando uma nova perspectiva emocional sem abandonar a identidade que transformou o The Cure em referência mundial do rock alternativo.
Um álbum pop? Sim. Mas do jeito The Cure de ser
A maior surpresa ficou para o terceiro projeto mencionado por Smith.
O vocalista confirmou que existe um álbum com uma pegada significativamente mais pop em desenvolvimento. Mas antes que alguém imagine refrões ensolarados e clima de verão, ele fez um importante esclarecimento.
Segundo o cantor, trata-se da sua própria interpretação do que seria um disco pop do The Cure.
Na prática, isso significa que, embora seja mais acessível e energético em comparação aos trabalhos recentes, o álbum ainda manterá a personalidade sombria, elegante e emocional que sempre caracterizou a banda.
Tanto que Smith brinca dizendo que, comparado ao material mais recente do grupo, esse trabalho soa quase como um disco de rock.
Uma das fases mais produtivas da carreira
As declarações mostram que o The Cure atravessa um dos momentos mais criativos de sua trajetória recente.
Após décadas construindo uma das discografias mais influentes do rock mundial, a banda parece determinada a provar que ainda tem muito a dizer — seja através de canções carregadas de melancolia, seja explorando caminhos mais leves sem perder sua essência.
Para os fãs, a mensagem é simples: os próximos anos prometem ser movimentados no universo de Robert Smith e companhia.




