O sábado (3) começou em volume máximo no noticiário internacional. A notícia de um ataque dos Estados Unidos à Venezuela, sob comando do presidente Donald Trump, tomou conta do mundo logo nas primeiras horas do dia. Segundo as informações divulgadas, Nicolás Maduro foi preso durante a operação.
Ainda na tarde deste sábado, Roger Waters, ex-líder do Pink Floyd e velho conhecido por seu discurso político afiado, publicou um vídeo em suas redes sociais comentando o episódio.

Imagem: Reprodução
“Pelo amor de Deus, a Venezuela é um país soberano”
Na imagem de capa do vídeo, Waters já deixa claro o recado:
“Pelo amor de Deus, a Venezuela é um país soberano. Tire as mãos, gringos.”
No vídeo, gravado por volta das 11h da manhã, o músico classifica a ação como um ato de agressão e demonstra apoio explícito ao país sul-americano.
“Estamos todos atordoados com esse ato selvagem de agressão do império dos Estados Unidos da América contra nossos irmãos, irmãs e camaradas na Venezuela”, afirmou Waters, citando a Revolução Bolivariana e reforçando solidariedade internacional ao país.
Crítica dura, tom ácido e recado direto
Sem economizar nas palavras, o britânico seguiu criticando a postura norte-americana:
“Pelo amor de Deus, cresçam. Parem de se comportar como crianças imbecis em um pátio de escola. Este é o nosso mundo, não o de vocês.”
Em um dos trechos mais comentados, Waters afirmou que, se fosse um homem de fé, estaria rezando pelo presidente Nicolás Maduro. Mesmo dizendo não ser religioso, garantiu que fará tudo o que estiver ao seu alcance para apoiar a Venezuela, que classificou como um país soberano que deve ser deixado em paz.
Tom Morello também reage
Mais cedo, outro nome de peso do rock político, Tom Morello, guitarrista do Rage Against the Machine, também se manifestou sobre o caso. Em declaração pública, Morello chamou os Estados Unidos de “país do terror”, reforçando o coro de críticas vindo do meio artístico.
Prisões e repercussão internacional
De acordo com as informações divulgadas, o ataque ocorreu durante a madrugada. Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, teriam sido presos e conduzidos aos Estados Unidos, onde seriam julgados. O caso segue repercutindo fortemente na política internacional e dividindo opiniões ao redor do mundo.




