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Roger Waters protesta na porta da cadeia por “liberdade” de Maduro

O lendário Roger Waters resolveu trocar o palco por um ato político — e não foi em qualquer lugar. O músico apareceu em frente ao Centro de Detenção Metropolitano do Brooklyn, em Nova York, para participar de um protesto pedindo a libertação de Nicolás Maduro.

O ato rolou no dia 13 de abril e reuniu ativistas, coletivos e organizações internacionais que classificam a prisão como motivação política.

IBAGEM ROGER

Imagem: Reprodução

“Libertem Maduro!” — discurso no volume máximo

No melhor estilo rock de protesto, Waters pegou o microfone e mandou o recado sem rodeio:

“Isso é uma tragédia e um erro grave. Estamos aqui para protestar contra essa prisão. Liberdade para Maduro já!”

Segundo relatos, o músico apontou diretamente para o prédio onde Maduro e Cilia Flores estão detidos, aumentando ainda mais o clima de tensão no local.

Data simbólica e clima de protesto

O evento não foi escolhido à toa. A manifestação coincidiu com o chamado Dia da Dignidade Nacional na Venezuela, que relembra a mobilização popular que levou Hugo Chávez de volta ao poder em 2002.

No Brooklyn, o clima foi de ato político com cara de show underground: cartazes, palavras de ordem e muita gente acompanhando cada fala como se fosse um solo histórico.

Maduro preso em Nova York

Desde janeiro, Maduro está detido nos Estados Unidos após ser capturado e levado para o presídio federal do Brooklyn — conhecido por condições duras e alto nível de segurança.

Rock, polêmica e posicionamento

Não é de hoje que Waters mistura música com política. O ex-Pink Floyd tem histórico de posicionamentos fortes — e dessa vez não foi diferente: saiu do estúdio e foi direto pra rua, no melhor estilo rock n’ roll com causa.

Conclusão: amplificador ligado… e debate também

Entre aplausos e críticas, uma coisa é certa: quando Roger Waters aparece, o volume sobe — seja no palco ou no debate político.

E dessa vez, o riff foi direto na porta da prisão.