Anunciado no último State of Play, o remake da trilogia clássica de God of War já chega avisando: não espere uma cópia carbono dos jogos lançados no PS2 e no PS3. A promessa é revisitar o passado com músculos novos — e talvez algumas cicatrizes inéditas.
Quem soltou a informação foi Christopher Judge, o Kratos da chamada “fase nórdica” da franquia, em entrevista à YouTuber Fuzhpuzy.

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Nada de remaster preguiçoso
Segundo Judge, as três aventuras ambientadas na Grécia estão sendo reconstruídas do zero com tecnologia atual. Isso significa gráficos modernos, nova estrutura técnica e, principalmente, um novo sistema de combate.
Detalhes? Ainda não. Mas a própria Sony Santa Monica estaria trabalhando para atualizar a pancadaria que consagrou a franquia, possivelmente aproximando o gameplay do estilo visto no reboot de 2018.
Para quem lembra, o primeiro God of War, lançado em 2005 no PlayStation 2, apostava em câmera fixa e visão mais aberta, quase aérea. Esse padrão seguiu até a mudança radical em 2018, quando a ação ficou colada nas costas de Kratos, com câmera sobre o ombro e combate mais intimista e brutal.
Quem será a voz da fúria?
Apesar de estar por dentro dos bastidores, Christopher Judge confirmou que não participa diretamente do remake.
Quem deve reassumir o posto é TC Carson, voz original de Kratos na trilogia clássica e também em God of War: Ascension. Ou seja: se a ideia é revisitar a era grega, faz sentido trazer de volta o timbre que marcou aquela fase sanguinolenta do espartano.
Grécia com upgrade
O projeto ainda guarda muitos segredos, mas uma coisa já está clara: o remake de God of War não quer ser apenas um passeio nostálgico. A ideia parece ser misturar a fúria old school com a evolução técnica da nova geração.
Se Kratos já era imparável antes, imagine agora com engine nova e sistema de combate reformulado. A Grécia que se prepare.



