O futuro do KISS já tem data pra fazer barulho: 2028. A banda revelou novos detalhes sobre o aguardado show de avatares, que promete misturar tecnologia de ponta, nostalgia e até músicas inéditas.
Os fundadores Gene Simmons e Paul Stanley começaram a soltar as primeiras informações concretas do projeto — e a expectativa já está nas alturas.

Imagem: Reprodução
Las Vegas vira palco do KISS do futuro
O espetáculo será montado em um teatro exclusivo em Las Vegas, criado especialmente para a experiência. A produção envolve a Pophouse Entertainment e a lendária Industrial Light & Magic, fundada por George Lucas.
A grande surpresa? O show não será só uma viagem pelos clássicos — ele também vai trazer faixas inéditas, nunca ouvidas pelos fãs.
Avatares realistas e juventude eterna
Segundo Paul Stanley, a ideia vai muito além de um show comum:
A proposta é criar uma experiência imersiva que amplie tudo o que o KISS construiu ao longo de 50 anos.
Esqueça hologramas simples: os avatares serão versões digitais ultra-realistas dos integrantes, praticamente idênticas aos músicos reais. Para Stanley, isso significa uma coisa: o KISS pode continuar jovem para sempre.
Renascimento estilo fênix
Já Gene Simmons foi direto ao ponto — com aquela vibe clássica dele. Para o baixista, o projeto representa um novo começo:
Não é o fim. É o renascimento.
Ele comparou a fase atual da banda a uma transformação completa, tipo lagarta virando borboleta — só que com muito mais volume e maquiagem.
Expansão total: cinema e documentários no radar
E não para por aí. O KISS também está expandindo sua marca com outros projetos:
- Uma cinebiografia oficial, dirigida por McG (da franquia As Panteras)
- Um novo documentário, ainda em desenvolvimento
Quando questionado se tudo isso não estava sendo divulgado cedo demais, Simmons respondeu no melhor estilo KISS:
“São as preliminares.”
Rock, tecnologia e legado sem fim
Com avatares realistas, músicas inéditas e uma estrutura digna de outro planeta, o KISS mostra que aposentadoria é só um detalhe.
O palco pode até mudar — mas o espetáculo continua.



