A eterna disputa entre Foo Fighters e Nirvana ganhou um novo capítulo — e desta vez quem levou a melhor foi Dave Grohl dos dois lados da história.
A clássica “Everlong”, lançada pelo Foo Fighters em 1997, foi eleita a maior música de rock alternativo e grunge dos anos 1990 em uma votação especial que reuniu 250 faixas marcantes da década.
O levantamento foi realizado durante as comemorações pelos 250 anos dos Estados Unidos e acabou provocando um verdadeiro debate entre fãs do rock.

Imagem: Elizabeth Miranda
“Everlong” derruba um dos maiores hinos da história do rock
A maior surpresa da lista ficou justamente no topo.
Considerada por muitos como a obra-prima do Foo Fighters, “Everlong” superou ninguém menos que “Smells Like Teen Spirit”, do Nirvana, música lançada em 1991 e frequentemente apontada como o maior símbolo do movimento grunge.
A troca de posições chamou atenção porque o clássico liderado por Kurt Cobain ajudou a redefinir o rock mundial nos anos 90 e permanece como uma das canções mais influentes de todos os tempos.
Desta vez, porém, foi a composição de Dave Grohl que ficou com a medalha de ouro.
Top 10 reúne gigantes do rock dos anos 90
O restante da lista também é um desfile de clássicos que marcaram uma geração.
Entre os dez primeiros colocados aparecem sucessos de bandas que ajudaram a moldar o som da década, como:
- Foo Fighters – Everlong
- Nirvana – Smells Like Teen Spirit
- Beastie Boys – Sabotage
- The Cranberries – Zombie
- Alice in Chains
- Soundgarden
- Rage Against the Machine
- Pearl Jam
- Radiohead
O ranking reforça a força do grunge, do rock alternativo e das bandas que transformaram os anos 1990 em uma das épocas mais influentes da história da música.
Uma disputa que nunca termina
Embora listas como essa sempre dividam opiniões, elas mostram como o legado de Foo Fighters e Nirvana continua mais vivo do que nunca.
De um lado, “Smells Like Teen Spirit”, a música que mudou o rumo do rock. Do outro, “Everlong”, considerada por muitos a obra mais emocionante da carreira de Dave Grohl.
No fim das contas, quem ganha mesmo é o volume no máximo e a certeza de que os anos 90 continuam produzindo debates tão intensos quanto os riffs que marcaram a década.



