O silêncio acabou. O baixista Fieldy finalmente explicou o que rolou por trás de sua saída do Korn. E a resposta veio direta: a pandemia de Covid-19 e a recusa em se vacinar pesaram na decisão.

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De 2021 até agora: dúvidas, teorias e a verdade
Lá em 2021, quando anunciou o afastamento, Fieldy disse que estava lidando com “maus hábitos”. A internet foi rápida em especular, mas depois ele tratou de negar qualquer relação com drogas.
Já em 2025, o músico comentou que a banda seguia “como uma máquina”, em ritmo acelerado — enquanto ele queria pisar no freio e repensar as coisas.
Agora, em entrevista ao canal Shady Characters, ao lado de Richard Morrill, ele resolveu falar sem rodeios.
“Não vou me vacinar”: o ponto de virada
Segundo Fieldy, o cenário da pandemia foi decisivo:
Ele afirmou que, diante da incerteza da época, preferiu não viajar nem seguir com a agenda da banda, especialmente por não querer se vacinar.
Enquanto o Korn se preparava para retomar shows e turnês, incluindo compromissos na Flórida, o baixista optou por ficar de fora.
Tempo fora virou reflexão
Longe da estrada, Fieldy usou o tempo para desacelerar e pensar no futuro.
Ele destacou que esse período trouxe uma nova perspectiva sobre carreira e vida, deixando tudo mais aberto — sem pressa e sem planos rígidos.
E o retorno ao Korn?
Por enquanto, nada confirmado. O próprio músico resumiu a situação de forma direta:
Hoje, ele se considera aposentado do Korn, mas não descarta o que pode acontecer amanhã.
Ou seja: porta entreaberta.
Novo projeto no radar
Mesmo fora da banda, Fieldy não ficou parado. Ele revelou que está trabalhando em músicas inéditas ao lado de Greyson Nekrutman, atual baterista do Sepultura, e de Christian Olde Wolbers, ex-Fear Factory.
O baixista rasgou elogios ao novo parceiro de estúdio, destacando sua versatilidade e pegada técnica.
Quem segura o baixo hoje?
Atualmente, quem está segurando as quatro cordas no Korn é Ra Diaz.
O veredito
A saída de Fieldy mistura decisões pessoais, contexto global e mudança de prioridades. No fim das contas, é mais um capítulo daqueles que mostram: até nas maiores bandas, o backstage pode ser tão intenso quanto o palco.



