Se alguém ainda chamava vinil de coisa do passado, pode voltar a agulha. O formato ultrapassou a marca de US$ 1 bilhão em receita nos Estados Unidos em 2025, segundo dados da RIAA.
E não foi por pouco: o crescimento foi de 9,3%, com impressionantes 46,8 milhões de unidades vendidas.

Imagem: Reprodução
Vinil em alta, outros formatos em queda
Enquanto o vinil gira forte, outros formatos estão perdendo rotação:
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CDs caíram 7,8% em receita
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Downloads digitais recuaram 0,8%
Mesmo com o preço dos discos subindo nos últimos anos, o público continua firme — mostrando que a experiência pesa mais que a praticidade.
De nicho cult a fenômeno mainstream
O que começou como paixão de colecionadores e fãs mais alternativos virou tendência gigante.
Hoje, artistas como Taylor Swift ajudam a empurrar o vinil para o topo das paradas, transformando o formato em item de desejo, decoração e experiência sonora completa.
Streaming ainda manda — mas o vinil não larga o osso
Claro, o streaming ainda reina absoluto. Em 2025, foram US$ 9,47 bilhões em receita dentro de um total de US$ 11,5 bilhões da indústria.
Mas o vinil segue firme como o formato físico mais relevante da atualidade — e com moral de sobra.
Mais que música: é ritual
No fim das contas, o vinil não é só sobre ouvir música.
É tirar da capa, colocar na vitrola, abaixar a agulha e curtir cada faixa como se fosse um show particular.
E pelo visto, esse ritual ainda tem muito chão pela frente.



