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Brian May libera poder máximo em trilha épica de “Masters of the Universe”

Prepare os sintetizadores, as espadas mágicas e os solos gigantescos: Brian May acaba de mergulhar oficialmente no universo de Masters of the Universe.

O lendário guitarrista do Queen participa de Eternia, primeira música revelada da trilha sonora do aguardado longa inspirado na clássica franquia da Mattel.

E sim: o resultado parece exatamente aquilo que aconteceria se uma orquestra sinfônica encontrasse um portal dimensional direto para os anos 80.

IBAGEM BRIAN

Imagem: Reprodução

Synths gigantes, clima épico e a guitarra histórica de Brian May

A composição foi criada por Daniel Pemberton, conhecido por trabalhos cinematográficos grandiosos, e mistura sintetizadores atmosféricos, arranjos orquestrais massivos e o som inconfundível da famosa Red Special — guitarra histórica usada por Brian May há décadas.

O clima da faixa mergulha totalmente na estética épica dos filmes de fantasia e ação oitentistas, quase como se Flash Gordon encontrasse uma batalha intergaláctica comandada por He-Man em câmera lenta.

“Nós temos o poder!”, brinca Brian May

Ao divulgar a música nas redes sociais, Brian May entrou completamente no espírito da franquia e soltou a frase clássica que qualquer fã reconhece instantaneamente:

“Nós temos o poder!”

Sim, aparentemente até integrantes do Queen também realizaram o sonho secreto de viver dentro de um desenho animado musculoso dos anos 80.

Filme marca retorno de Masters of the Universe aos cinemas

O novo Masters of the Universe estreia nos cinemas em 5 de junho de 2026, quase 40 anos depois da primeira adaptação cinematográfica lançada em 1987.

O longa será dirigido por Travis Knight e acompanha a jornada do Príncipe Adam, interpretado por Nicholas Galitzine.

Na trama, o personagem retorna ao planeta Eternia após 15 anos afastado para enfrentar o icônico vilão Skeletor, vivido por Jared Leto.

Rock, fantasia e nostalgia em volume máximo

Com Brian May envolvido na trilha sonora, o novo Masters of the Universe parece mirar diretamente no coração nostálgico de quem cresceu entre fitas VHS, guitarras gigantes e desenhos animados que transformavam qualquer sala em campo de batalha imaginário.

Porque sejamos sinceros: colocar um integrante do Queen para criar atmosfera épica em Eternia talvez seja exatamente o tipo de exagero maravilhoso que o cinema precisava.