O volume está no máximo para Billy Idol. O cantor foi anunciado como um dos indicados ao Rock and Roll Hall of Fame na classe de 2026 e, como se não bastasse, soltou o trailer de seu aguardado documentário. Tudo no mesmo pacote, como um bis inesperado no fim do show.

Imagem: Reprodução
“Billy Idol Should Be Dead”: do caos ao estrelato global
O filme, intitulado Billy Idol Should Be Dead (em tradução livre, “Billy Idol Deveria Estar Morto”), tem direção de Jonas Åkerlund, cineasta premiado com Grammy e conhecido por sua estética intensa.
A produção promete um mergulho sem filtro na trajetória do cantor — dos primeiros acordes com o Generation X até o auge na era dourada da MTV, quando jaqueta de couro e topete platinado viraram símbolo de rebeldia pop.
Sobrevivência, excessos e música inédita
O título não é força de expressão. O documentário revisita momentos críticos da vida do artista, incluindo episódios que quase interromperam sua história. A narrativa aposta em entrevistas pessoais, imagens raras de arquivo e depoimentos de familiares e colegas da indústria.
A trilha sonora também entra no modo turbo. A sequência final do longa é embalada por “Dying To Live”, faixa inédita escrita por Idol ao lado do compositor J. Ralph e do parceiro de longa data, o guitarrista Steve Stevens.
Rock, reflexão e aquele clima de “sobrevivi para contar”.
Novo álbum e corrida pelo Rock Hall
O lançamento do trailer chega enquanto o cantor promove Dream Into It, álbum lançado pela Dark Horse Records. O disco marcou o retorno de Idol aos holofotes e conquistou boas posições nas paradas de rock nos Estados Unidos e no Reino Unido.
E tem mais peso nessa disputa: na corrida por uma vaga definitiva no museu de Cleveland, Idol divide espaço com nomes como Iron Maiden, Oasis, Phil Collins e Sade.
Se depender da energia de palco e da resistência ao longo de quase cinco décadas, Billy Idol já entrou na história faz tempo. Agora, resta saber se o Hall vai apertar o play definitivo.



