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Alissa White-Gluz revela seu top 3 de vozes femininas no metal

Hoje referência absoluta quando o assunto é vocal feminino extremo, Alissa White-Gluz construiu sua trajetória com peso e personalidade. Ela ganhou projeção mundial à frente do The Agonist, onde lançou três discos, depois assumiu o microfone do Arch Enemy, potência do death metal melódico — e agora prepara o terreno para sua carreira solo.

Em uma sessão de perguntas e respostas com Johnathan Montenegro, Alissa foi desafiada a revelar suas cantoras favoritas no metal. E já começou avisando: não é tarefa fácil.

IBAGEM ALISSA WHITE

Imagem: Reprodução


“Minha resposta pode mudar amanhã”

Segundo Alissa, escolher apenas uma voz favorita de todos os tempos é praticamente impossível.

Ela explicou que poderia montar um top 5, talvez um top 3, mas que ama diferentes vocalistas por motivos distintos. “Minha resposta pode mudar dependendo do dia”, comentou, deixando claro que a inspiração vem de várias direções.

Mas, naquele momento específico, ela resolveu abrir o jogo.


As escolhidas de Alissa

Entre suas favoritas, ela destacou Brody Dalle, do The Distillers, elogiando a atitude crua e a autenticidade da voz. Para Alissa, aquela entrega visceral é exatamente o que torna a cantora especial.

Também citou Lzzy Hale, do Halestorm, ressaltando sua técnica impressionante e timbre marcante.

Outro nome mencionado foi Noora Louhimo, conhecida pelo trabalho no Battle Beast, descrita por Alissa como absolutamente impactante no palco.

E claro, uma lenda não poderia ficar de fora: Janis Joplin, referência eterna de intensidade e emoção.

Segundo Alissa, todas essas artistas continuam a motivá-la a evoluir como performer e compositora.


Nova fase, nova chama criativa

Enquanto fala de inspirações, Alissa White-Gluz também inicia oficialmente sua caminhada solo com o single “The Room Where She Died”.

A cantora descreve a faixa como o começo de um novo capítulo, nascido de um momento de profunda criatividade. A música marca mais uma colaboração com Oliver Palotai, seu colega no Kamelot, com quem diz ter encontrado uma forte sintonia artística.

Alissa revelou que mergulhou de cabeça no projeto: compôs, participou da construção do videoclipe e até pintou a arte do single. Segundo ela, o processo reacendeu sua paixão pela arte e reforçou sua confiança como vocalista e compositora.

Ela afirma que colocou paixão, dor e propósito na música — e nunca se sentiu tão inspirada.


“Isso é só o começo”

Alissa também agradeceu pela recepção calorosa ao single e pelo apoio da comunidade metal. Para ela, a resposta positiva de colegas e fãs é combustível para seguir criando.

Se depender da energia demonstrada nessa nova fase, a jornada solo de Alissa White-Gluz promete ser intensa, autêntica e, claro, pesada na medida certa.

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