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Aerosmith: Joe Perry não descarta volta aos palcos e atualiza saúde de Steven Tyler

Os fãs do Aerosmith ganharam um motivo pra não perder a esperança. Em entrevista à Billboard, o guitarrista Joe Perry deixou claro: o futuro da banda ainda não está totalmente fechado.

Mesmo após o anúncio da aposentadoria das turnês, motivado pela lesão vocal de Steven Tyler, Perry indicou que novas possibilidades ainda estão na mesa.

IBAGEM JOE PERRY

Imagem: Reprodução

Nada de turnê… mas também nada de fim definitivo

Segundo o guitarrista, o grupo está longe de retomar uma agenda completa de shows, mas mantém o contato e avalia caminhos alternativos.

A recuperação de Tyler, que sofreu uma fratura na laringe em 2023, segue em ritmo lento e cuidadoso. Só recentemente o vocalista começou a se sentir mais confortável para cantar novamente.

Um passo de cada vez

Perry destacou que o processo exige paciência. Após um longo período afastado, Tyler vem retomando aos poucos os exercícios vocais — sempre com o risco de forçar demais e sofrer uma recaída.

O clima, segundo ele, é de cautela total.

Turnê interrompida e retorno pontual

A despedida oficial da estrada, com a turnê “Peace Out”, acabou sendo interrompida após apenas três shows. O cancelamento definitivo veio em 2024, quando ficou claro que a condição vocal de Tyler não era compatível com a rotina intensa de apresentações.

Mesmo assim, a dupla voltou a dividir o palco em 2025, durante um evento beneficente ligado ao Janie’s Fund, projeto criado pelo próprio cantor.

Material novo e parcerias recentes

Longe dos palcos tradicionais, Joe Perry e Steven Tyler continuam ativos. Em 2025, os dois lançaram o EP One More Time, em parceria com o britânico Yungblud.

Agenda cheia fora do Aerosmith

Enquanto o futuro da banda segue indefinido, Perry continua na estrada com o supergrupo Hollywood Vampires, ao lado de nomes como:

  • Alice Cooper
  • Tommy Henriksen
  • Johnny Depp

Esperança no volume certo

Sem promessas grandiosas, mas também sem fechar portas, o Aerosmith segue naquele modo “talvez”.

E no rock, às vezes, um “talvez” já é o suficiente pra manter a chama acesa.