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Rock Geek: World of Warcraft fica mais caro no Brasil e reajuste chega a quase 43%

Se aventurar em Azeroth vai custar mais caro. A Blizzard Entertainment confirmou que as assinaturas de World of Warcraft vão sofrer um aumento pesado no Brasil — com reajustes que chegam a 42,78%.

A mudança já caiu como uma bomba nas redes sociais e gerou forte reação da comunidade.

IBAGEM WOW

Imagem: Reprodução

Aumento geral e sem bônus

O reajuste atinge todos os planos do MMO, sem qualquer benefício extra para os jogadores. Ou seja: paga mais, joga igual.

Os maiores aumentos estão nos pacotes de longo prazo, mas até as opções mais curtas também sobem bem acima dos 30%.

Segundo a Blizzard Entertainment, a decisão faz parte de uma revisão periódica baseada em fatores econômicos globais e regionais — sem muitos detalhes adicionais.

Novos preços do World of Warcraft

Confira como ficam os valores atualizados:

  • 12 meses: de R$ 399,84 para R$ 570,90 (+42,78%)
  • 6 meses: de R$ 199,92 para R$ 285,45 (+42,78%)
  • 3 meses: de R$ 109,92 para R$ 153,71 (+39,84%)
  • 1 mês: de R$ 39,90 para R$ 54,90 (+37,59%)

Quando começa a cobrança?

Os novos valores passam a valer a partir de 22 de junho. Mas quem quiser garantir o preço antigo precisa correr: dá pra renovar a assinatura atual até 8 de junho.

Comunidade reage: críticas e insatisfação

A galera não curtiu. Em plataformas como o X, muitos jogadores reclamaram que o World of Warcraft já enfrenta problemas no Brasil, como ausência de servidores locais, suporte considerado abaixo do esperado e redução no atendimento humano.

Há também críticas sobre o modelo de monetização: além da assinatura mensal, o jogo ainda cobra pelas expansões e mantém microtransações ativas.

Menos acessível?

Com o reajuste, cresce a percepção de que o MMO está ficando cada vez menos acessível no país — especialmente para quem joga a longo prazo.

O veredito

Clássico absoluto dos games, o World of Warcraft segue firme, mas o novo preço pode afastar parte da base brasileira. No fim das contas, a pergunta que fica é: o conteúdo ainda vale o investimento?