Dez anos após a morte de David Bowie, o impacto do camaleão do rock segue tão forte quanto um riff eterno. No último sábado (10), Iman, modelo e empresária, marcou a data com uma homenagem direta, pessoal e cheia de simbolismo: uma tatuagem inspirada em ★ (Blackstar), o álbum final do artista, lançado poucos dias antes de sua partida, em 2016.

Imagem: Reprodução/Billboard
“A dor não passou, mas virou amor permanente”
Iman compartilhou o momento com fãs em um vídeo publicado no Instagram, revelando todo o processo da tatuagem. Na legenda, deixou uma mensagem que tocou fundo:
“10 de janeiro. A dor não passou… Mas deixou uma marca permanente de amor.”
A publicação veio acompanhada da hashtag #BowieForever e rapidamente emocionou admiradores do músico ao redor do mundo — prova de que Bowie continua conectando gerações, mesmo uma década depois.
O peso simbólico de Blackstar
A escolha da arte não foi aleatória. Blackstar é amplamente interpretado como o disco de despedida de David Bowie, um trabalho denso, experimental e carregado de significado.
Segundo Jonathan Barnbrook, artista responsável pela capa do álbum, o conceito visual e musical gira em torno de temas como mortalidade, fim, transformação e recomeço, com referências a buracos negros, ao Big Bang e à própria ideia de finitude.
Nada mais Bowie do que transformar o fim em arte.
Uma estrela que continua brilhando
Uma década depois, David Bowie segue vivo na cultura pop, no rock e na música como um todo. Sua última obra continua sendo analisada, debatida e sentida — tanto como um marco artístico quanto como um gesto profundamente humano.
A tatuagem de Iman transforma esse legado em algo ainda mais literal: uma memória eterna, gravada na pele, no coração e na história do rock n’ roll.



