Nada de “Duranman Rhapsody”. Enquanto Hollywood anda obcecada por cinebiografias musicais, o Duran Duran decidiu nadar contra a maré. Em entrevista ao Metro, o baixista John Taylor deixou claro que a banda não vai embarcar nessa onda de filmes sobre estrelas do rock — tipo Bohemian Rhapsody ou Rocketman.

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“O problema é que esses filmes sempre giram em torno de um gênio criativo. No nosso caso, são cinco caras! Seria mais Onze Homens e um Segredo do que um drama musical”, brincou Taylor.
E completou com o jeitão leve que é marca registrada do grupo:
“O Duran Duran é sobre amizade. Somos basicamente um grupo de amigos que nunca parou de fazer música.”
Das telas para os palcos
Apesar de já terem lido alguns roteiros, o baixista garantiu que a cinebiografia ficou engavetada — e o foco agora é a estrada. Depois de encerrar uma maratona de shows pela Europa, o Duran Duran se prepara para mais uma rodada nos Estados Unidos, com datas confirmadas até 2026. A turnê inclui até um show especial de Ano Novo em Las Vegas, porque, claro, onde mais uma banda glam como essa encerraria o ano?
Superstição de palco
Taylor ainda revelou um segredo de bastidor que explica por que o grupo nunca sai completamente de cena:
“Temos uma superstição: subir ao palco a cada seis semanas. Isso mantém a criatividade viva. Se você tira um ano de folga, o telefone para de tocar. E quando percebe… já colocaram outro no seu lugar.”
Glamour, amizade e zero drama
Em vez de flashbacks no cinema, o Duran Duran quer seguir contando sua história com riffs, sintetizadores e figurinos brilhantes — ao vivo, do jeitinho que os fãs gostam.
Afinal, pra que um filme, quando você ainda tem energia pra fazer o público cantar “Hungry Like the Wolf” a plenos pulmões?



