No longínquo 31 de outubro de 1975, o Queen soltava no mundo um dos hinos mais imortais do rock: “Bohemian Rhapsody”. Agora, 50 anos depois, a banda volta no tempo para celebrar a canção com uma nova série de vídeos chamada “Queen: The Greatest”, mergulhando nos bastidores da criação da faixa e nas inspirações que moldaram o som inconfundível do grupo.

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Em entrevistas exclusivas, Brian May e Roger Taylor relembram o processo criativo de Freddie Mercury, descrevendo o vocalista como um verdadeiro furacão de ideias — daqueles que ninguém conseguia (nem queria) controlar.
“Você nunca sabia de onde o Freddie estava vindo”, contou May. “Ele dizia: ‘tem essa parte, depois uma operática, depois outra…’. E a gente apenas embarcava na viagem. Essa era a máquina Queen funcionando no máximo.”
Os músicos também apontam que o DNA ousado e teatral de “Bohemian Rhapsody” já dava as caras nos primeiros álbuns. May cita “My Fairy King” (do disco Queen, 1973) como o início dessa evolução, enquanto Taylor lembra de “March Of The Black Queen” e “The Fairy Feller’s Masterstroke” (Queen II, 1974):
“Essas faixas tinham tudo o que mais tarde explodiria em ‘Bohemian Rhapsody’ — complexidade, harmonias malucas, mudanças de clima e aquele toque de genialidade caótica”, disse Taylor.
May completa:
“Essas músicas foram o embrião do Queen que o mundo conheceria depois. Era o som evoluindo, passo a passo.”
A nova série “Queen: The Greatest” estreia com um episódio especial dedicado ao clássico e seguirá com novos capítulos semanais ao longo de novembro de 2025, celebrando o legado de Freddie Mercury e o impacto cultural gigante do Queen.
E não para por aí: o grupo lançou edições comemorativas de “Bohemian Rhapsody” em vinil azul de 7” e 12”, picture disc e até fita cassete, todos lançados oficialmente em 31 de outubro — pra alegria dos colecionadores (e dos fãs que ainda têm toca-fitas em casa).




