DESTAQUESNOTÍCIAS

🔥 Kerry King solta o verbo sobre o Megadeth — e Dave Mustaine deve estar jogando a guitarra na parede!

O veterano Kerry King, do Slayer, resolveu reacender uma das tretas mais lendárias do metal: Megadeth vs. Metallica.
Durante uma entrevista à Reigning Phoenix Music, o guitarrista foi direto, sem filtro e com o sarcasmo no talo.

IBAGEM DAVE

Imagem: Reprodução/RockBizz

Questionado sobre qual banda ele prefere, King nem fingiu pensar:

“Bem, espere um pouco. Vou ser brutalmente honesto. O Metallica tem um vocalista. Desculpe, Dave.

🔥 E pronto. Bastou isso para os headbangers do planeta imaginarem Dave Mustaine espumando de raiva em alguma sala cheia de guitarras caras e ressentimentos antigos.


🎸 Velha treta, novos capítulos

A rivalidade entre Megadeth e Metallica é quase uma novela do metal. Tudo começou lá nos anos 80, quando Mustaine levou o famoso pé na bunda de James Hetfield e Lars Ulrich antes mesmo da banda lançar o primeiro disco. Desde então, o ruivo mais temperamental do rock nunca superou totalmente a demissão.

King, que conhece os bastidores do metal como poucos, também não perdeu a chance de dar mais uma alfinetada. Em uma entrevista anterior ao podcast Lipps Service With Scott Lipps, ele já havia comentado:

“O Dave é legal… por uns vinte minutos. Depois disso, ele começa a irritar todo mundo e o clima azeda.”

O guitarrista contou ainda que viu Mustaine tocando com o Metallica pela primeira vez num show no antigo Woodstock — não o festival, mas um clube lendário de Los Angeles:

“Fiquei impressionado. Ele tocava sem nem olhar pros dedos. Na época, era um guitarrista incrível.”

Mas a admiração termina por aí. Segundo King:

“Meu relacionamento com ele é ok. Só que o Mustaine tem essa habilidade mágica de deixar tudo constrangedor em menos de meia hora. É tipo um cronômetro: passou de 20 minutos, você já quer sair da sala.”


🤘 Resumo do riff:
Kerry King não economizou nas cordas — nem nas farpas.
E Mustaine? Bom, deve estar preparando um solo de resposta digno de quem passou 40 anos tentando superar uma demissão e ganhou, de brinde, mais uma provocação histórica.